Do idealismo para "ver o mundo de cima" às realizações para fazer esse mundo.
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Como tudo começou
Tudo começou com a idéia e a vontade de José Eimar Serra que contagiou seis amigos - José Venâncio Braga Diniz, Welício Ítalo Leite Silva, Antônio Alves Ferreira, Luís Carlos Oliveira, Aníbal de Castro Vasconcelos e Carlos Alberto Paixão - que "arregaçaram as mangas" naquele árduo trabalho da montagem de um clube com as características especiais, envolvendo encontrar uma grande área com terreno firme que pudesse abrigar uma pista com vento de proa; construir os hangares; que essa área não tivesse obstáculos nas suas cabeceiras; fácil acesso de carro; não houvesse problemas de desmatamento para a instalação de todo esse grande complexo e dezenas de outros importantes itens a serem observados. Desse sonho à realidade foi muito trabalho e abnegação, até que no dia 23 de outubro de 1992, com a sociedade e os estatutos legalizados, o CAVU - como é nacionalmente conhecido, surgiu fisicamente, com a sede e a pista, e mais 8 companheiros de ideal. Fundação Em 23 de outubro de 1992, sob a forma de sociedade civil sem fins lucrativos, registrado no Cartório Cantuária de Azevedo com o número 9003/92. Fundadores Foram 15 os sócios fundadores do CAVU: José Eimar Serra; Carlos Alberto da Paixão; José Venâncio Braga Diniz; Welício Ítalo Leite Silva; Antônio Alves Ferreira; Walter Dias Calixto; Aníbal Castro Vasconcelos; Oswaldo Dias Vasconcelos; Savigny Serejo Sawaia; Francisco de Assis Lopes; Aldir Penha Ferreira; Armando Oliveira Silva; Antônio José Matos; José de Ribamar Calixto e Francisco Alfredo Viana. Objetivos Formação, prática e aprimoramento de atividades aerodesportivas, sociais e culturais, voltados para a preservação da memória da aviação. Autorizações Tem autorizações como Entidade Aerodesportiva (Ofício DAC 67/1-DT3/1193, de 13 de maio de 1998); para Operação Sítio de Vôo CAVU (Ofício 22/1DT-3/2017, de 17 de agosto de 1998) e de sua escola de Pilotagem de Ultraleves (Ofício 033/1DT-3/427, de 30 de março de 2001). Filiação Filiado a ABUL - Associação Brasileira de Ultraleves, que orienta tecnicamente e intermedia o relacionamento com a Agencia Nacional de Aviação Civil - ANAC e desta, recebe fiscalização permanente através da GER-1 em Belém/PA. Participação Societária Sócios Proprietários: em número de 30 (trinta), adquiriram cotas individuais e foram admitidos por proposta de dois outros sócios, por aprovação da diretoria e de 2/3 do quadro social. Contribuem mensalmente com uma taxa de condomínio. Sócios Esportivos: em número ilimitado, não possuem cotas de propriedade, contribuem mensalmente com igual valor das taxas de condomínio dos proprietários, possuem os mesmos direitos e deveres, exceto votarem e serem votados, assim como área física para qualquer tipo de construção. Diretoria Hoje são 6 diretores, sendo 3 eleitos e três nomeados, com a responsabilidade de darem continuidade aos trabalhos de implantação e operacionalização desta associação que já se tornou um patrimônio da aviação maranhense.
10 anos depois
Há quem afirme que o mundo físico - inclusive os fenômenos naturais - deve sua existência a força do pensamento. Deste modo, tudo o que existe passa primeiro por uma fase de elaboração mental e só depois materializa. Não há aqui o propósito de suscitar polêmicas, mas não resta dúvidas que assim acontece com as realizações humanas. Primeiro alguém sonha, deseja, idealiza, e, eventualmente, toma coragem, enche-se de vontade e parte para a concretização. Vale o avião e todos os objetos voadores identificados que o antecederam são apenas alguns exemplos. Com o CAVU não foi diferente. Fomos honrados com a escolha, por um grupo de idealistas para liderar a tarefa de romper barreiras e implantar este projeto, que teve uma gestão difícil, mas nasceu, cresceu e, no ano de 2002, no dia 23 de outubro, completou dez anos. Temos a convicção de que o CAVU é o instrumento adequado à realização dos nossos sonhos , e que os esforços no sentido de dotar nosso estado de uma entidade voltada para o aerodesporto e a memória da aviação maranhense, foram válidos e se constituem numa contribuição àqueles que nos antecederam. Em pleno funcionamento, hoje o CAVU vai deixando a infância e adquirindo ares de adolescente. E, como todo adolescente saudável, tem ânsia de crescer, evoluir e tornar-se um adulto. O espírito empreendedor - o sonho - que motivou a sua fundação continua vivo e, na medida que etapas são vencidas, outros projetos vem sendo elaborados. Assim, dependem da união e da efetiva participação de todos à continuidade das conquistas duramente alcançadas e o sucesso das metas que virão. José Eimar Serra - Presidente
15 anos de história
Deixando essas
A
O
Aldir P.
Entidade de Utilidade Pública
Dia 23 de outubro de 2009 foi uma data duplamente especial. Para os pilotos, em homenagem ao nascimento do nosso "Pai da Aviação", Alberto Santos Dumont, comemoramos o Dia do Aviador e, para o nosso CAVU, o grande presente recebido da Câmara Municipal de Raposa, que reconhecendo a importância de nossa associação à comunidade do município e seus munícipes, teve aprovado, por unanimidade, o Projeto de Lei nº 17/2009, apresentado pela Vereadora Rosilene Teixeira, que deu ao nosso clube, sediado nesse município, o Título de Entidade de Utilidade Pública. O Presidente da Câmara Municipal, Vereador Eudes da Silva Barros, a Vereadora Rosilene Teixeira, o Diretor do Meio-Ambiente, Edson Silva Menezes e o Secretário de Agricultura, Orlando Marques, junto aos demais vereadores estiveram em visita ao CAVU, conhecendo suas instalações, projetos de expansão do aeródromo e propostas sociais do clube, o que tornou possível a promulgação dessa lei, pelo Sr. Onacy Vieira Carneiro, Prefeito Municipal de Raposa, ainda no próprio dia 23 de outubro. Estamos todos de parabéns: o CAVU pelo reconhecimento de seu papel no desenvolvimento social do Município de Raposa e as autoridades municipais pelo reconhecimento e desprendimento desta homenagem, justamente no dia em que completava seus 17 anos de fundação. |
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